
O senador Miguel Uribe, pré-candidato à Presidência da Colômbia pelo partido Centro Democrático, morreu na madrugada desta segunda-feira (11), em Bogotá, na Colômbia, aos 39 anos. A informação foi confirmada pela sua esposa, Claudia Tarazona, via redes sociais.
No dia 5 de julho, a polícia colombiana prendeu o suspeito de envolvimento no atentado. Ele é Élder José Arteaga, conhecido como “El Costeño”, acusado de organizar o ataque realizado por um garoto de 15 anos que atirou no político há quase um mês, enquanto ele fazia um comício de campanha no oeste de Bogotá, disse o diretor da Polícia Nacional, general Carlos Fernando Triana.
Miguel Uribe participava de um ato de campanha em uma praça em Bogotá quando foi baleado pelas costas no dia 7 de junho. Câmeras de segurança da região flagraram a tentativa de fuga do jovem, que atirou contra a equipe que escoltava o pré-candidato à Presidência.
O governo colombiano, liderado por Gustavo Petro, repudiou o ataque, classificando-o como um ato de violência contra “a integridade pessoal do senador, mas também contra a democracia, a liberdade de pensamento e o exercício legítimo da política na Colômbia”. Em nota, pediu uma investigação “rigorosa” para identificar e processar os responsáveis.
O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, declarou que determinou o uso total dos recursos das Forças Armadas, Polícia e órgãos de inteligência para apurar o caso. O governo também ofereceu recompensa por informações que levem aos envolvidos no crime.
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