“E os respiradores, ministro?” Enquanto Flávio Dino ordena investigação contra Bolsonaro por “crimes na pandemia”, brasileiros resgatam escândalo da compra de 300 respiradores que nunca chegaram ao Maranhão, mesmo após o pagamento de R$ 9,6 milhões antecipados durante sua gestão como governador.
A empresa contratada não tinha experiência, estrutura ou licença para vender os equipamentos. Mesmo assim, recebeu o valor integral sem garantias. Nenhum respirador foi entregue. Ninguém foi preso.
Agora no STF, Dino participa de decisões sobre apurações contra antigos opositores, mas nunca foi investigado ou acusado formalmente pelo caso que a CGU classificou como uma das maiores fraudes da pandemia.
O caso, ligado ao Consórcio Nordeste, segue sem solução. E nas redes sociais, a cobrança só aumenta: “Quem vai investigar Dino?”