A nosso pagina recebeu mais uma denuncia escadalosa da gestão da "MUDANÇA" desta vez, servidores estão denunciando mais um descaso.
Entenda o caso!
Enquanto o prefeito Raimundinho e sua turma se esbaldam em discursos e poses, anunciando aos quatro ventos uma suposta “popularidade em alta” — graças, claro, ao arrojado pacote de obras do Governo do Estado e do Governo Federal, entre elas às generosas emendas do deputado Juscelino Filho —, a realidade dentro da Prefeitura de Presidente Dutra é bem menos glamourosa.
Na prática, o município que gosta de se gabar de ser “referência regional” se destaca mesmo é por outro motivo: pagar os menores salários da região aos seus servidores municipais. Com uma exceção generosa, claro — os secretários, ex-adversários convertidos em aliados e os felizardos parentes nomeados em cargos comissionados, que recebem vencimentos de fazer inveja a muito trabalhador concursado. Tudo isso, contrariando descaradamente as leis que proíbem o nepotismo, mas quem se importa com detalhes legais quando se tem parentes competentes “por coincidência”, não é mesmo?
Mas o verdadeiro show de trapalhadas veio agora, com segundo servidores do municipio "O episódio do abono salarial (PASEP)". Um benefício simples de entender: o Governo Federal paga até um salário mínimo para servidores que, no ano-base, receberam em média até dois. A prefeitura só precisava enviar corretamente os dados ao Ministério do Trabalho — uma tarefa que até um estagiário bem treinado daria conta.
Entretanto, o que deveria ser uma rotina virou uma comédia de erros digna de pastelão. O departamento de RH, subordinado à Secretaria de Administração e Finanças — comandada, veja só, pelo filho do prefeito — enviou informações erradas. O resultado? Servidores que tinham direito a R$ 1.518,00 receberam valores “simbólicos” de R$ 126,50, R$ 253,00, R$ 379,50 ou R$ 506,00. Uma esmola digitalizada.
Quando os servidores, revoltados, foram buscar explicações, descobriram mais uma pérola administrativa: a prefeitura terceirizou o serviço e agora joga a culpa na empresa do Piauí, que, segundo a gestão, seria a responsável pelo fiasco. Ou seja, o erro é de todo mundo, menos de quem deveria zelar pelo correto envio dos dados.
Enquanto isso, o prazo para correção do abono corre o risco de expirar, e o servidor fica com o prejuízo e a sensação de ser figurante num enredo mal escrito.
Em resumo: o prefeito e seus aliados continuam colhendo os aplausos por obras financiadas por outros, enquanto o funcionalismo municipal paga o pato — ou melhor, paga o preço — da incompetência, desorganização e nepotismo que seguem sendo as verdadeiras marcas da atual gestão.
Afinal, em Presidente Dutra, a eficiência só aparece mesmo nas fotos das inaugurações.
O nosso site se coloca a disposição do gestor municipal e dos citados para os devidos esclarecimentos dos fatos narrados na reportagem.