ma suposta receita médica contendo uma “prescrição alternativa” voltou a dominar as redes sociais nesta semana e arrancou gargalhadas de milhares de internautas em todo o país.
O documento, atribuído inicialmente a uma unidade básica de saúde do município de Alagoinha, ganhou notoriedade após circular com a recomendação de “3h de buceta”, transformando rapidamente o caso em um dos assuntos mais comentados da internet.
Entre memes, montagens e comentários bem-humorados, muita gente brincou dizendo que finalmente havia surgido “o tratamento que o SUS não cobre oficialmente”.
Apesar da repercussão cômica, a Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha tratou o caso com seriedade e informou, por meio de nota, que o documento não foi emitido pela profissional cujo nome aparece no carimbo.
Segundo a secretaria, há fortes indícios de uso indevido da identificação profissional, além da possibilidade de montagem ou adulteração da imagem antes da divulgação nas redes sociais.
O órgão informou ainda que abriu procedimento interno para investigar a origem do documento e apurar possíveis crimes como falsidade ideológica, falsificação documental e uso indevido de carimbo profissional.
Na nota oficial, a secretaria destacou que o conteúdo da suposta receita possui “linguagem inadequada e dissociada de prescrição médica”, ressaltando que o texto não representa as normas e diretrizes adotadas pela rede municipal de saúde.
Enquanto isso, a internet fez o que sabe fazer melhor: transformar o episódio em uma avalanche de piadas. Teve internauta perguntando se o “tratamento” seria disponibilizado pelo SUS, outros questionando se a prescrição precisaria de retorno médico após 30 dias, além de comentários afirmando que “agora sim descobriram a cura do estresse”.
O Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco informou que, até o momento, não recebeu denúncia formal sobre o caso e também não conseguiu confirmar a autenticidade do documento que circula nas redes sociais.