O que era para ser um governo de continuidade e progresso transformou-se no maior pesadelo político de Santo Antônio dos Lopes. A gestão da prefeita Cibele Napoleão já é considerada por muitos como uma das piores da história do município, marcada por um rastro de polêmicas, traições políticas e escândalos que agora extrapolam as fronteiras da cidade e chegam até a Polícia Federal.
Em um episódio vergonhoso na última sexta-feira (10), durante sessão na Câmara Municipal, a prefeita perdeu as estribeiras. Em vez de prestar contas, Cibele Napoleão usou a tribuna para atacar os próprios eleitores. Como se não bastasse a falta de respeito com quem a elegeu, ela ainda promoveu um espetáculo de desunião ao exonerar publicamente seu secretário de Cultura, Nonato DJ, sob gritos de "deslealdade".
O alvo da fúria da gestora também atingiu o grupo do ex-prefeito Bigú de Oliveira, seu antigo aliado e principal responsável por sua vitória em 2024. Ao morder a mão de quem a ajudou, Cibele mergulha o município em um caos político-administrativo sem precedentes.
Escândalo no aeroporto: Parentes na mira da PF
Enquanto a prefeitura enfrenta indícios de superfaturamento e empréstimos suspeitos que colocam o futuro financeiro da cidade em risco, um novo escândalo familiar explode. Recentemente, a Polícia Federal apreendeu medicamentos irregulares e eletrônicos no Aeroporto de São Luís com um casal de Santo Antônio dos Lopes.
Fontes ligadas ao caso confirmam que os envolvidos são ninguém menos que a irmã e o cunhado da prefeita. Entre os itens apreendidos estavam substâncias como Tirzepatida e Retatrutida (as famosas "canetas emagrecedoras"), transportadas sem autorização sanitária. O episódio levanta dúvidas: que tipo de exemplo a família da gestora está dando enquanto a cidade padece?
Um futuro ameaçado
Entre ataques gratuitos, má gestão de recursos e escândalos policiais envolvendo seu círculo íntimo, Cibele Napoleão prova, dia após dia, ser o maior erro estratégico da política local. Santo Antônio dos Lopes não precisava de confusão; precisava de gestão.
A pergunta que fica para o cidadão é: quanto tempo a cidade suportará esse desgoverno antes de o caos ser irreversível?